Feliz Ano Novo!

A espera acabou, chega de promessas, chega de desespero antecipado... Agora é encarar de frente.

1° dia de aula no 3° ano amanhã (tá, aulas de verdade acho que só segunda... entendam o quê a data representa).

Vida nova, escola nova, metas antigas.

É calibrar o foco e levar na tranqüilidade (eu juro que vou tentar, eu juro).

Só vim aqui para isso... sem grandes posts hoje, simples assim. Tentar dormir...

E que venham mais 200 dias de aula.

Ariadne Celinne volta a escrever quando vier a inspiração.



Postado por: Ariadne_Celinne às 21h36
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Se arrependimento matasse, eu estaria morta, aonde eu estava com a cabeça quando rasguei as folhas? Os desenhos não saem da minha cabeça! Acalme-se! Não posso me culpar por atitudes que eu nem ao menos cometi, um sonho, simplesmente mais um. Essa é a minha resposta por ser tão impaciente e em sonhos todos os meus sentimentos sempre se realizam da maneira mais drástica possível. Pense, pense...

A última lembrança do sonho era a dos rabiscos vermelhos, aquelas imagens transportadas para o papel como simples desenhos. Um relógio de criança, uma boneca, dados, desenhos abstratos...

Ao forçar as suas lembranças tudo o que  conseguiu foi uma grande dor de cabeça. Não se concentrava em mais nenhuma de suas atividades, nem os livros conseguia ler, a loucura tinha dominado os seus dias definitivamente. Ao conversar com seus colegas estava sempre com os pensamentos voltados àqueles desenhos vermelhos.

Pense, pense... Para dormir foram necessárias três horas perdidas, nem a televisão a distraiu... Decidiu passar a noite acordada pensando, reprimir seus pensamentos somente a prejudicaria mais e mais, foi então que pegou seu mp3 e passou a ouvir músicas. Até que...

 

You're so young
And so bored
You are staying now till late cos he was what your
husband hated
But oh, it's too bad
Cos he has stolen now all your happiness and good
times
But I'm gonna get you into the light
And I'm gonna find a way that is right
And I'm gonna get you into the light
And make it okay
(Sad Eyes – Josh Rouse)
 

Sonhava e tinha consciência disso. Repassava todos os trechos da caminhada, as escadas, a biblioteca, o diário, os desenhos, dessa vez como uma simples espectadora. Tudo se encaixava! O lugar era lá aonde brincara na sua infância, seus dias mais felizes. Os objetos representados nos desenhos? Seus grandes companheiros quando era ignorada pelo mundo adulto. Os muros derrubados eram feitos de páginas, páginas de cadernos e livros.

As informações tornaram-se claras, a velocidade dos seus pensamentos reprimidos por tanto tempo... Agora, entendia! A biblioteca não passava de uma representação de todas as suas metas, o diário tudo aquilo que já fora, a cor vermelha? O sofrimento, a vida.

Os sonhos que a atormentavam eram somente meios encontrados pela sua mente para lembrá-la de si mesma. Todos esses anos cercada de metas, trabalhos, fizera ela impedir a sua inspiração. Esquecera de todos os momentos bons, tornara-se uma escrava de sua competência e apagara seus erros.

Erros!  Os erros a fizeram mudar de caminho e a simplesmente ignorá-los, não os enfrentava. Não vivia. Como pudera passar tanto tempo sem expectativas, a sua vida  por todos esses anos não passara de folhas preenchidas e rasgadas como lixo.

Afastara-se de seus conflitos, ignorara as artes, repudiara arbitrariamente seus pensamentos. O choro, as lágrimas, a pressão imposta a si mesma para sempre ser a melhor, atingir a perfeição.

Acordara, olhava -se, as lágrimas de alívio despencavam de seus olhos, as incertezas dominavam sua mente. Suava. Tremia.  Pela primeira vez em muitos anos,  reconhecia-se no espelho como um ser humano nada perfeito, mas que se reencontrara. Nascera novamente. E dessa vez lutaria pela sua felicidade e erraria o quanto pudesse.

 

FIM



Postado por: Ariadne_Celinne às 17h49
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Era no diário que seus pensamentos se concentravam todas as noites antes de dormir desde aquele sonho. No entanto, sonhava com flores, arbustos, casas na árvore, janelas...

Quanto mais os dias passavam, mais inquieta a nossa personagem ficava com o sonho incompleto. Diário? Eu nunca escrevi diário algum, como as respostas podem estar escondidas em um? E aquela biblioteca, nunca estive tão próxima de uma como aquela, a não ser por telas de cinema.

 
I rather face all on top of my face
I am the perfect target screen
For your blindly fueled rage
I bare the brunt of your long buried pain
I don't mind helping you out
But I want you to remember my name
 
It's not all me
It's not all my fault
I need remind you, but I won't take it all on
 
Past riddled rage
I see the buttons I engage
Is my dignity in place?
I'm all too happy to switch
(Alanis Morissete – Not all me)
 
 

Para não perder tempo com pensamentos tolos, nossa personagem resolveu distrair-se com um livro, ao se envolver com a trama logo nas primeiras pá-gi-nas... Adormeceu. Embrulhou-se em um sono muito profundo e relaxante até que...

“I need remind you, but I won’t take it all on”, tornara-se a única frase legível naquele diário. Inquieta, ela rasgava desesperadamente as páginas, como se essa fosse a solução para todas as suas dúvidas.  Suas lágrimas de desespero pingavam intensamente vermelhas nas folhas empoeiradas.

 Ao se acalmar, notou o surgimento de desenhos antigos, pintados de vermelho, em uma das folhas rasgadas. Enquanto a sua mente achava uma explicação para os mesmos e tentava encaixar o novo quebra-cabeça...

Foi acordada com gotas de chuva molhando o seu rosto, abrira a janela para a entrada da luz e com o passar das horas, o sol fora substituído por grandes nuvens cinzentas.



Postado por: Ariadne_Celinne às 23h38
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Put on my blue suede shoes

And I boarded the plane

Touched down in the land of the Delta Blues

In the middle of the pouring rain

W.C. Handy -- won't you look down over me

Yeah I got a first class ticket

But I'm as blue as a boy can be

 

Then I'm walking in Memphis

I was walking with my feet ten feet off of Beale

Walking in Memphis

But do I really feel the way I feel

 

(Bruce Springsteen - Walking In Memphis
Marc Cohn)

 

Caminhava, pelas calçadas, procurando a direção certa... Desceu a rua, leu a placa e ao perceber o quanto estava errada, amarrou os seus sapatos, mudou de direção e começou a subir.

A preocupação durante a subida foi tanta que ao chegar no seu destino desistiu de entrar, simplesmente ficou contente por ter chegado ao lugar certo. Encaminhou-se em uma nova busca, um novo destino. À procura daquela energia tão desejada.

As conclusões tiradas durante a caminhada derrubaram aqueles grandes muros impenetráveis construídos arbitrariamente, as vidraças  sumiram, ela reconheceu o ambiente e as janelas pelas quais entrou.

Ao perceber aonde se encontrava, o susto foi tão grande que a estonteada personagem parou. Parou seu corpo por longos minutos, mas seus olhos... Seus olhos trabalhavam juntamente a seu cérebro no reconhecimento e na procura desesperada em sua memória.

A memória... a memória... a memória... A memória a fez correr e subir as escadas, entrar pela biblioteca, procurar o diário.O diário! Percorreu as páginas como se aquela fosse a última oportunidade...

- Acorde, querida está na hora de ir à escola.

E a descoberta ficara para a sua próxima noite de sono.

 

*edited 22:38 (horário de Brasília).



Postado por: Ariadne_Celinne às 19h36
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Atravessar a rua

 

Olhe para os dois lados,                               mesmo que seja mão única”.

“Nunca confie em motoristas

o sinal  pode estar fechado,                         mas nada impede de algum doido te atropelar”.

“Você é muito pequena,

portanto,                                                      nunca atravesse a rua sem dar as mãos a um adulto”.

“Ande sempre pela calçada,

                                                                     só ande na rua quando for atravessá-la”.

 

Alguém se lembra de quando atravessou a rua sozinho(a)?

Eu não me lembro, contudo cada vez que atravesso, é uma vez única e altamente importante.

Sim, por eu sobreviver.

 

Odeio atravessar a rua, mesmo. Tenho trauma (nunca fui atropelada...). Fazê-lo é como passar para uma nova fase, porém, se você faz o caminho todos os dias, você conhece até o tempo dos sinais e já conhece o outro lado da rua.  

O meu medo vai diminuindo conforme o tempo passa e eu me acostumo com aquela avenida mais movimentada... Acostumo-me com aqueles motoristas muito bem educados, pois diminuem a poluição visual e usam transmissão de pensamento: você adivinha a hora que ele vai virar!

O problema é a falsa segurança, às vezes, trocar de caminho e transpor uma outra rua pode ser muito mais seguro, justamente por você tomar mais cuidado. O pior de atravessar a rua é a sua segurança não depender somente de você, é como a vida, você vai contornando as ruas com  o maior cuidado possível, no entanto, uma atitude de outra pessoa pode te desviar do caminho. Para chegar ao seu destino você pode ter que passar por um atalho no meio do mato, ou até mesmo voltar e tentar atravessar de novo.

Nos últimos dias, tenho atravessado ruas desconhecidas, largas e movimentadas; as ruas de Campo Grande. Tenho andado bem acompanhada e quando começar a andar sozinha?

Nova vida e novos desafios. Atravessar a rua pode ser um ato de bravura e não só no sentido literal.

 

*PS.: deu vontade e eu escrevi isso, dá licença :P



Postado por: Ariadne_Celinne às 20h03
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Sarcasmo, Ironia, Cinema, Entretenimento?

http://www.ojardimdosgatosteimosos.blogspot.com/

Um blog onde Vinicio dos Santos comenta sobre seus interesses (alguns bem estranhos) de forma original. O estudante de letras aproveita as suas férias para  despejar nas palavras suas impressões. Como ele não é muito conhecido no mundo dos "blogs", recomendo que vocês conheçam o blog dele. :)



Postado por: Ariadne_Celinne às 18h14
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 Manifesto do (mau) blogueiro

Estão fartos de que lhes lembrem do quanto mantemos mal nosso blog?
Estão fartos dos velhos conselhos de sempre? (escreva regularmente, tenha uma temática definida, faça entradas concisas, etc...)?

Tendo em vista que:
I. Nunca vamos conseguir milhares e milhares de visitas nem, muito menos, ganhar dinheiro com nosso blog, nem conseguir o prêmio Pulitzer...
II. Não acreditamos que a qualidade de um blog seja medida pelo seu número de visitas nem pela quantidade de páginas que o menciona.
III. Sabemos e aceitamos que 80% das nossas visitas são de nossos colegas, e estamos felizes com isso. (Ou, no mínimo, nos conformamos com o fato).
E, sobretudo:
IV. Não escrevemos para satisfazer milhares de leitores, mas sim para satisfazer nossas ânsias de escrever e de se comunicar. Se a apenas dez pessoas agrada nosso blog, estaremos tão felizes como se agradasse a mil. Importa muito mais a qualidade de nossos leitores do que a quantidade de visitas.
Manifestamos que:
V. O medo que um post não agrade provoca uma forma velada de autocensura. Uma autocensura que impede nossa liberdade artística e comunicativa. Nós não somos meios de comunicação forçados a vigiar nossa popularidade. Temos o privilégio de não ter medo do mercado nem das críticas... Não temos críticas!
VI. É possível que sejamos felizes se um de nossos posts se tornar popular e se difundir por toda a blogosfera. Mas nos comprometemos a não buscar isso, nem escrevendo o que consideramos mais popular, nem de nenhuma outra forma.
VII. Somos pessoas complexas, não máquinas especializadas. Por isso, escrevemos aquilo que nos parece interessante compartilhar, sem importar sua temática nem sua idoneidade.
E, em resumo:
VIII. Este é meu blog.
IX. Eu me pago e me dou o troco.
X. Se alguém não gosta, então que não leia.


Se você é um blogueiro autêntico, faça desse manifesto algo seu!
a. Se não te agrada parte do texto ou deseja acrescentar algo, pode mudá-lo sem medo.
b. Não cite de onde você tirou este manifesto.
c. Não diga quem escreveu este manifesto.
d. Nem pense em colocar um link para este post que está lendo, a não ser que seja para criticá-lo ou para anunciá-lo sem fazer um próprio.
e. É possível que estejas lendo este manifesto em um blog e não saiba se ele foi escrito pelo dono do blog ou não. E isso importa?

Porque todo blogueiro tem o direito de ser um mau blogueiro, e se orgulhar disso!



Postado por: Ariadne_Celinne às 18h27
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História da decisão

A minha decisão e o motivo dos estudos esse ano: ingressar em uma boa faculdade de Direito. Faz pouco tempo que eu decidi, aproximadamente seis meses. Passei por grandes crises para decidir, minhas opções? Jornalismo, Direito e Relações Internacionais.

Para quem não me conhece há muito tempo, a busca pela profissão "perfeita" iniciou-se quando eu me encontrava na 7ª série, sim, 7ª série. Lembro-me como se fosse hoje (e tenho as provas) da minha empolgação ao navegar pelas páginas do site da Itamaraty, muito “empolgada” com a idéia de seguir carreira diplomática. Fazia inúmeros planos, aonde faria o colegial (cheguei a pensar em mudar para um colégio militar o.O), pois eu estava muito descontente com a minha nova escola (e permaneci descontente durante todo o tempo que estudei lá).

Pois bem, esse plano foi adiado (!) porque o planejamento era meio complicado, implicava em entrar em mais um curso de línguas (espanhol ou francês) e ainda dar conta da escola. Como na época eu achava impossível dar conta de todas essas atividades, preferi permanecer no curso de inglês e no colégio. Melhor fazer duas coisas bem feitas a fazer inúmeras de qualquer maneira. Além de que, o curso da Itamaraty, serve como mestrado e eu ainda teria que escolher um curso superior.

No fim da 7ª série, estava muito empolgada com os livros (meu lugar preferido na escola: a biblioteca), tanto que fundei o http://cantinhodaleitura.cjb.net e acompanhar o belíssimo (!) governo do presidente Lula tornou-se meu novo Hobby, ou seja, paixão pela política. Adivinhem qual profissão dominou a minha mente durante os próximos meses? Muito bem, O jornalismo.

Estava decidida e assim permaneci por 2 anos, até que na metade do primeiro a dúvida instaurou-se na minha mente: "jornalismo MESMO?". Passei a rever minhas opções e direito sempre esteve entre elas, jornalismo simplesmente tinha ofuscado Relações Internacionais e Direito, porém as profissões permaneciam entre as minhas opções.

Pesquisei, quebrei a cabeça (quase literalmente), chorei, tive pesadelos, escrevi compulsivamente (vejam nos arquivos). Decidi, Direito é a opção mais correta no momento, não me sinto pronta para ser jornalista, para entrevistar pessoas feridas, perturbadas, muito menos cobrir um buraco no asfalto. Jornalismo para mim seria o político (!) e vejamos com o mercado nas condições atuais,  profissões são imprevisíveis e sempre devemos começar por baixo. Sou imatura para  tal profissão, preciso me aprofundar, conhecer. Viver 24 horas em função do trabalho não é para mim, eu quero estudar outras coisas, não viver em função de notícias "superficiais".

Nada me impede de continuar lendo e me informando, e quem sabe, se eu sentir necessidade cursar a faculdade daqui a alguns anos. Relações Internacionais foi descartado porque eu ficaria presa à profissão e confesso, não tenho muita certeza "do que eu quero trabalhar" eu sei bem o que eu NÃO quero. E para ser diplomata, um curso superior em Direito é o suficiente, é óbvio com muito estudo e dedicação, porque o concurso da Itamaraty necessita de uma preparação mais do que extra.

Direito: filosofia, história, leis, sociedade. Não sei se eu quero ser advogada, ou simplesmente me aprofundar no assunto, no momento, o curso de direito é a melhor opção, se não der certo, eu tenho vários planos alternativos. Cansei de me prender a um só, ou a me desesperar com a possibilidade de não dar certo. Tento parar de me pré-ocupar tanto. Pensar racionalmente ajuda um pouco em obter uma mente mais equilibrada.

É esse o curso, um dos mais concorridos e tradicionais. O meu primeiro objetivo "pós 3° ano" e não o último. Tenho tanto a viver, aprender, conhecer. No momento, e isso que está na minha cabeça, no entanto, nada me impede de mudar de idéia. Afinal, crescer é uma constante mudança de idéias, não é?



Postado por: Ariadne_Celinne às 21h48
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Material escolar: minha fixação.

Eu confesso: amo comprar material escolar. Isso desde quando eu era menor, para quem não sabe eu pedi para ir a escola, quando tinha apenas 2 anos de idade...

Infelizmente (ou felizmente para meus pais), a necessidade foi diminuindo conforme os anos, com as apostilas, comprar livros não é mais necessário desde a 5ª série.

É tão divertido escolher caneta, lapiseira, folhas, pastas... Amo meu estojo cheio e juro tudo é extremamente necessário, juro. Opa acho que eu esqueci de comprar... ("mulher" prevenida vale por duas).

Esse ano as minhas compras foram menores: lousa branca para fórmulas, 600 folhas para fichário (daquelas brancas, simples mesmo). Umas canetas (marca textos multicoloridos também), post it’s (!) e uma Atlas (problemas com geografia, desde sempre, espero que eu realmente o use, porque meus mapas na parede...). Falta comprar as camisetas do uniforme (!) e alguns livros de vestibular (para tal tenho que esperar a lista da UFMS sair).

Dá até vontade de estudar (mas passa).  Uma pena que daqui a algumas semanas o material tornar-se-á tão comum e a magia será extinta enquanto minha letra preencher as folhas.

E esse é o último ano escolar...

 

*Eu também adoro livrarias e sebos... (assunto para outro post?)



Postado por: Ariadne_Celinne às 12h17
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Rio Preto

ari Juliana, Ariadne e Camila Matheus, Vitorugo e Eduardo Letícia, João Victor e Paula Kami Bárbara e Ariadne Matheus e Bárbara Luiz Fernando e sua obra Ariadne e Isabela Camila e Vinícius FIM Paula e Renato Eduardo e Ariadne

Postado por: Ariadne_Celinne às 20h30
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A volta!

Sim, eu sobrevivi a segunda fase da fuvest e as viagens (é né, ida e volta, com atrasos nas duas) muito longas por sinal. Vi quase todo mundo (infelizmente não deu para ver todo mundo) e deu para ver a fuvest. Deu para ver como existem fiscais malas e despreparados (fora que nem sempre as coisas acontecem da mesma maneira em todas as salas). Comer muito chocolate durante a prova enquanto os reais candidatos comem no máximo uma barrinha de cereal e tomam água (quando tomam). Ver aquelas questões que você não tem nem noção de onde começa e onde termina (lol), mas que você faz mesmo assim (medo das pérolas). Ah, deu para sentir a prova e essa era a minha obrigação. Além de eu ter feito a segunda fase da fuvest e ter o comprovante (vai saber né, nunca se sabe o futuro). Para quem não sabe eu fiz as provas de Português, História e Geografia.

Alguém aí se lembra daquelas minhas redações frustradas do ano passado? sobre... ahm... "amizade"? pois é, pois é... tema da redação da fuvest 2007! hahahaha, quem diria heim? ahh.. e quem lembra do texto sobre "beleza"? tema da redação unesp 2007! e não vamos esquecer que o enem caiu sobre leitura...

huauhauhahuahuauhuhahuahuahuauhauhauhauh, pelo menos se isso indicasse grandes resultados nas redações...

Vestibulares a parte, foi muito bom sentir rio preto mais uma vez e poder andar pelos caminhos conhecidos. A energia de uma cidade querida É MUITO BOA; tá eu sei, é tudo psicológico... Algo me diz que eu me sentirei assim em relação a Campo Grande daqui a alguns meses (espero!).

Minhas aulas voltam dia 1° de fevereiro, até lá, férias! (como se estivesse muito longe). Terceiro está aí, o lê o lê o lá, e parabéns a todos os meus amigos que estão sendo aprovados nos vestibulares 2007 e torço para os ansiosos pelos resultados no próximo mês (claro, além de menos concorrentes né).

Ah.... Eu volto! Boa semana a todos.

*desculpem pelo "texto" foi só para atualizar mesmo.



Postado por: Ariadne_Celinne às 22h44
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Breves sinais de vida

Frio na espinha, 2007 chegou. Queridos e queridas, O ANO chegou (cruzando os dedos para que seja O ano mesmo).
E ele chegou repletos de decisões: ir ou não a rio preto prestar fuvest 2ª fase sem estudar (ir).
Primeira decisão do ano, rever amigos e ver aquela deliciosa prova sem compromisso (aproveitar, última vez né!).
Eu sinceramente não sei como vai ser meu ano e pela primeira vez tento não montar grandes expectativas (a não ser estudar, claro).
Não vou pedir amigos, namorado, nada, só força. Eu preciso de força e dedicação o resto “acontece naturalmente”. Espero que eu me divirta no meu último ano de dependência total dos meus pais (esses dias eu tinha 13 anos, 13 anos).
E repito, triste ou não, o meu ano só começa em fevereiro. Até lá:férias e nas férias pouco importa o calendário (a não ser o dia do começo e do fim).
Volto em breve, feliz 2007!



Postado por: Ariadne_Celinne às 23h40
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*Foto retirada de www.uol.com.br.

Mais 4 anos.



Postado por: Ariadne_Celinne às 16h11
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Ariadne Celinne, 17 anos, estudante de Direito da UFMS. Objetos inseparáveis: Óculos, livros, computador e mp3. Diversão: Livros, séries, congressos jurídicos (hahaha).
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BRASIL , Centro-Oeste , CAMPO GRANDE , Mulher , de 15 a 19 anos , Portuguese , English , Livros
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