Auto-ajuda?

28/05/06

Ontem, depois de ir ao cinema com meu pai (Era do Gelo), fomos ao Carrefour e lá, como sempre fui dar uma olhada nos livros...

Deparo-me com o livro "Filhos brilhantes/Alunos fascinantes" - Augusto Cury e resolvo comprar...(la´lá lá). Ao acordar hoje depois de ir dormir às 03:00 da manhã, começo a lê-lo e como a leitura é fácil, termino durante a manhã.

O livro tratava de muitos assuntos que sempre estavam em meus pensamentos (a situação da educação atual, formando seres humanos despreparados para a vida adulta) e me fez refletir sobre o meu modo de agir, pensar e etc. (só para variar!).

Como no momento eu estou sem inspiração para escrever, outra hora eu falo mais sobre isso com vocês (apesar de em outros textos já ter citado esses assuntos).

Eu tenho prova de gramática amanhã e nem comecei a estudar \o/.

Agora eu vou lavar a louça lá na cozinha...

Bom final de domingo para vocês!



Postado por: Ariadne_Celinne às 13h59
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Ponto de vista: Lya Luft
Vamos fazer de conta

"Num devaneio breve, viajei para
o país do sonho e botei na cabeça
o meu boné. O boné do otimismo"

Atômica Studio


Tanto nos queixamos da atual situação do Brasil, geração incrédula e confusa que nos tornamos, que de repente, numa reunião de amigos, divertida e feliz, paramos e indagamos:

– Por que estamos tão descontraídos e contentes? Porque ficamos quase duas horas sem nos queixar do caos em que estamos metidos até o pescoço, ainda por cima acusados, como sociedade, dos males que nos atormentam.

Então hoje, cansada de viagens, palestras e entrevistas, notícias ruins e realidades péssimas, tiro férias. Boto na cabeça um boné de esperança e declaro trégua a mim mesma. O Brasil está ótimo, a situação da saúde pública quase perfeita, vergonha na cara cobrindo todas as caras, corruptos punidos, lei rigorosa para todos, e esperança nos animando. Ninguém propõe que a bagunça, a corrupção impune, o desrespeito e a roubalheira – além da assustadora violência – são culpa da "sociedade branca", a sociedade "rica". Logo vão acusar a sociedade preta e pobre. Ou quem sabe os índios, ou quem sabe os agricultores – não os assaltantes do MST, mas os produtores de alimento, insultados, explorados, humilhados. Obrigados a movimentos e protestos no país inteiro, a fim de chamar atenção para o seu desespero.

Aliás, se pudesse, eu mesma me sentaria sobre um trator daqueles, em inútil desespero porque o governo acha que um bonezinho gaiato é bem mais divertido do que escutar quem produz nosso alimento. Para que alimento? Para que, aliás, comer? Para que estudar? Para que ser honesto e se sacrificar? A bandidagem nos comanda, os direitos humanos não se preocupam com meu amigo assaltado, minha amiga ameaçada, meu vizinho seqüestrado. Preocupam-se com os seqüestradores, os assaltantes, os assassinos. Estão bem-vestidos, bem alimentados, distraem-se como convém, são respeitados?

Faço de conta que estou assistindo, aqui no meu lugar em minha cidade, à posse do presidente da Itália, que acompanhei dias atrás: a dignidade, a serenidade, a experiência de um estadista honrado de 81 anos, famoso advogado, inspirando respeito e homenagens (sóbrias, nenhuma pompa, nenhum espalhafato) até dos adversários políticos. Faço de conta que isso aconteceu no meu país, e a gente sentindo no peito o velho orgulho de crianças quando no pátio da escola hasteavam a bandeira e a gente cantava o hino. Faço de conta, aliás, que meu país é, todo ele, feito uma cidade que conheci recentemente: Goiânia, que me surpreendeu como poucas coisas nos últimos anos. Bonita, limpa, organizada, alamedas de palmeiras e vários parques, com a gente mais acolhedora que já vi. Não percebi ainda nela o medo estampado no rosto dos moradores de outras cidades grandes. Faço de conta que meu país é o terraço de meu apartamento: nem novo nem luxuoso, mas aconchegante, com uma vista de chorar de tão bonita. Brinquei com meus netos pequenos um dia, dizendo que comprei aquela paisagem, e o menorzinho olhou, olhou, e perguntou entusiasmado:

– E por onde a gente desce para brincar?

Pois hoje estou tão sonhadora quanto aquele menino, e tão otimista quanto as autoridades que dizem que estamos ótimos, apenas somos uns ingratos, pois, se algo vai mal por acaso, é culpa de quem veio antes. Aqui, agora, não se sabe de nada, não se explica nada. Nem de onde vieram nem para onde foram os bilhões roubados, que poderiam ter tornado realidade o que eu agora sonho.

Faço de conta que tudo é farra, minha alma já está na Copa, assim ignoro que a cidade se debate na insegurança, o estado na pobreza, o país na esculhambação geral e nós na desesperança. Ou melhor: esperança a gente tem. Porque em alguns meses vamos todos empunhar a nossa melhor arma e com ela fazer a verdadeira revolução: sem sangue, sem morte, sem violência. A revolução pelo voto. Mas para isso temos de ser esclarecidos, informados, e não resignados nem acomodados. Faço, façamos, de conta que o país está em alta: estará se, entre os políticos que nos envergonham tão dolorosamente, for eleito alguém digno, firme. Ele tem, desde já, meu voto, minha confiança, meu aplauso. Meu entusiasmo – meio precário nestes últimos meses.

Nesse devaneio breve (durante o qual somos guiados por autoridades com autoridade, políticos dignos, em cidades seguras, campos produtivos e em paz, filhos em escolas de alto nível e universidades bem aparelhadas, narcotráfico e PCC controlados), viajei para o país do sonho e botei na cabeça o meu boné. Não o do MST, mas o do otimismo. Agora, vamos desembarcar do sonho e encarar os fatos e as perguntas reais. Que fatos? Que perguntas? Não sei se quero saber as respostas. Talvez precise de um boné de coragem.

Lya Luft é escritora

Fonte: http://veja.abril.com.br/310506/ponto_de_vista.html



Postado por: Ariadne_Celinne às 13h53
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Por que o jovem não deve ler

24/05/06

http://www.discutindoliteratura.com.br/reporte2jovem.asp

 

reportagem mtooo boa que eu achei hoje...

 



Postado por: Ariadne_Celinne às 17h50
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Freud diria que sua personalidade é moderadamente afetada pelos eventos que marcaram sua vida até os 12 anos de idade . Depois disso, suas preocupações voltaram-se ao desenvolvimento intelectual e artístico para atingir a maturidade. Contudo, isso não significa que você esteja livre de problemas que surgem, por outros motivos, no meio do caminho. É bom lembrar que esse teste serve apenas de referência. Para fazer uma avaliação precisa, procure um psicólogo.

Teste em: www.istoe.com.br - O que FREUD diria de você?



Postado por: Ariadne_Celinne às 17h24
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Ira
Você faz parte do tipo psicológico 1. Está sempre preocupado em agir corretamente, é extremamente crítico consigo mesmo e com os demais, mas esse excesso de rigidez gera ressentimento e raiva. Não reprima tanto suas necessidades em busca de seu modelo de ser humano perfeito. O lado bom é que você é extremamente fiel e ético, além de ser ótimo em todo trabalho que se propõe a fazer.

 

teste em: www.istoe.com.br - Qual seu perfil?



Postado por: Ariadne_Celinne às 17h20
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Próximos livros:

*Fuvest/PAS

"Como a natureza mudou a história" - Eric Durschimied
"Armadilha Aéria" - Michael Crichton
"Uma Carta de Amor" - Nicholas Sparks
"Nevasca"- James Vance Marshall
"Mais cedo ou mais tarde" - Elizabeth Adler
"Warnings to the churches" - J C Ryle
"Carnavais, Malandros e heróis" - Roberto DaMatta
"Breaking Losse" - Dave Cook
"Perdas & Ganhos" - Lya Luft
"Romances ilustrados" - José de Alencar
"Tronco do Ipê" - José de Alencar *
"A cidade e as serras" -  Eça de Queirós *
"Vidas secas" -  Graciliano Ramos*
"Poemas completos de Alberto Caeiro"  (heterônimo de Fernando Pessoa) *
"Sagarana" - João Guimarães Rosa *
"Casa de pensão" - Aluísio de Azevendo. *
"O Ateneu" - Raul Pompéia
"O processo" - Franz Kafka
...

Reler:

Memórias de um Sargento de Milícias - Manuel Antônio de Almeida *

Iracema - José de Alencar.(prova da escola - já li esse ano)*

Dom Casmurro. (prova da escola - já li esse ano)*

--

Em andamento:

Rosa do Povo - Carlos Drummond de Andrade *

Sem contar:
Apostilas Objetivo e outras coisas.


"Eu amo ler, mas estou na net."



Postado por: Ariadne_Celinne às 17h43
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Braço esquerdo e direito

Sentávamos juntas, lado a lado; ela, meu braço esquerdo, eu seu braço direito. Prestávamos atenção à aula, nossos olhares eram cúmplices: eu me mudaria em breve, pedi para não contar, esperaria a aproximação da data.

Enquanto aguardávamos a passagem do tempo, enchíamos as nossas agendas de doces lembranças, através de recados trocados carinhosos. A tristeza e a alegria banhavam o meu coração, pois mudar seria ótimo para a minha vida, porém ela me faria falta.

Fomos para casa juntas no nosso último dia como colegas, relembramos o ano anterior, quando nos conhecemos, eu acabara de me mudar e tentava fazer amigos, ela a única pessoa com quem eu me identifiquei, nos tornamos confidentes e muito amigas, ouso dizer: irmãs de coração.

Hoje, quando nos vemos, os dias pareciam não terem passado e a nossa cumplicidade continua viva, não estaremos separadas enquanto a nossa ligação viver e iluminar os nossos corações.

Sinto saudades: daquela convivência diária, de compartilhar todos os momentos com ela – o meu braço esquerdo.

 

Posted: 12/05/06



Postado por: Ariadne_Celinne às 18h28
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06/05/06

São duas. Passado e Presente.

Uma assiste as fitas gravadas e se contagia pela trilha sonora.

Os pensamentos voltam, as atitudes.

- Não é a mesma?

- Não o tempo as separou.

- E ele já passou?

- Já...

- E ninguém me contou?

- Contaram, você não quis ouvir.



Postado por: Ariadne_Celinne às 20h35
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05/05/06 

 

Caminhava rumo a sua casa, havia lama e pedras, tomava cuidado para não tropeçar e não afundar.

 

Pulava, saltava, cantava...

 

 A chuva voltou,  adorava as chuvas, porém não podia se embriagar com as gotas de água.

 

Não, não podia e sabia disso, no entanto, resolveu se embriagar, a distração foi o seu fracasso, distraiu-se,  uma pedra foi o necessário para levar lhe ao chão...

 

Era só lama.



Postado por: Ariadne_Celinne às 17h35
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Ariadne Celinne, 17 anos, estudante de Direito da UFMS. Objetos inseparáveis: Óculos, livros, computador e mp3. Diversão: Livros, séries, congressos jurídicos (hahaha).
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